Publicado em

20

OUT
POR:

Fulano de tal

Eleições 2018: impulsionamento das mídias sociais é uma das novidades

TAGS:

Ter uma gestão estratégica de conteúdo na hora de fazer uma campanha eleitoral na internet será de vital importância na eleição de 7 de outubro. Ainda mais agora com a liberação para impulsionar publicações nas mídias sociais do candidato para aumentar o alcance. Na última campanha de 2016, era proibido;  agora em 2018, no entanto, está liberado. Com isso, você, candidato, poderá se comunicar, apresentando as suas propostas para um eleitor que não segue o seu perfil e, até mesmo, para um eleitorado que não curte o seu trabalho.

A Fácil Comunicação fará a gestão digital nas eleições de 2018 com as novas resoluções do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), de 18 de dezembro de 2017. Divulgar as propostas de um candidato a deputado estadual, deputado federal, senador, governador ou presidente no Facebook e Instagram, por exemplo, está liberado. Até o WhatsApp, como um meio de propagar informação, também poderá ser utilizado após a nova resolução.

A mudança na forma de fazer campanha e investimentos no Marketing Político na internet ganham um novo olhar, em um ambiente cada vez integrado ao decidir uma eleição. Só não podemos reconhecer da maior força ainda dos canais de comunicação de massa, como a tv e o rádio.

A propaganda eleitoral será cada vez essencial com ações do marketing digital. O impulsionamento nas mídias sociais de conteúdos com uso de ferramentas pagas ou não pode ser contratado por partidos, coligações e candidatos, só não pode ser pessoa por física. Agora o candidato vai poder chegar a um eleitor e divulgar o seu trabalho a seguidores e para perfis que ele não segue, propagando sua plataforma de campanha, de forma segmentada e estratégica; escolhendo município, bairro, homens, mulheres, perfis, tudo de acordo com seu interesse. A campanha do candidato terá início no dia 16 de agosto de 2018.

Já o telemarketing, como meio de propaganda eleitoral, está proibido. Na nova resolução, chega no ambiente digital o embate de rever ordens judiciais, por exemplo, de retirar conteúdos considerados de livre manifestação, sendo excluído apenas se ocorrer ofensa à honra de terceiros ou divulgação de fatos sabidamente inverídicos. Atuação intensa das assessorias jurídicas sob o olhar das interpretação da justiça eleitoral.

Quem vir com munição por meio das chamadas “Fake News”, notícias falsas por rede de distribuição de conteúdos, é bom ficar muito atento. Os perfis falsos terão maior fiscalização, módulos com monitoramentos que facilitam e melhoram esse controle.

São várias as resoluções aprovadas da campanha eleitoral deste ano, entre elas pode-se citar os limites dos gastos, arrecadações, convenções, registros de candidaturas, debates e pesquisas. É importante consultar o site do TSE e ter acesso a cada detalhe.

Outra novidade advindas das mudanças é que está liberada também a famosa “vaquinha” (crowdfunding) para arrecadação, a partir de 15 de maio, com entidades arrecadadoras cadastradas na Justiça Eleitoral, sendo emitido o recibo para o doador. Mas quem tiver “moedas virtuais”, como a bitcoin, esquece! Está proibido o uso, atendendo os pareceres do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Agir rápido, montar sua estratégia de comunicação e marketing são fundamentais para direcionar o seu objetivo ao conquistar e evitar uma dor de cabeça quando reputação e construção de imagem fazem toda a diferença no novo momento do eleitorado brasileiro.

A melhor crise no ambiente digital é saber a hora certa de agir e ter conteúdo para interagir com agilidade  e responsabilidade.

Prevenir ainda é melhor que remediar.